Partindo-se do pressuposto que o desenvolvimento e a utilização do conhecimento nas organizações se deve ao próprio estágio de desenvolvimento da sociedade, podemos entender melhor como, para cada estágio de mudanças que ocorreu na sociedade, uma ou várias ou várias tecnologias serviram como aparato de construção da própria sociedade. Ao observarmos a evolução civilizatória com suas transformações contínuas, primeiro da agrícola para a industrial, depois da industrial para a pós-industrial, esta dedução fica mais evidente.
No período da sociedade agrícola, a terra era uma espécie de quantificador de riqueza, pois a subsistência estava diretamente relacionada a este bem, o homem vivia na zona rural e trabalhava por seu sustento e de sua família servindo as classes dominantes, onde ficava bem caracterizada uma hierarquia de poder e as relações comerciais e econômicas foram sendo criadas em função da propriedade e da agricultura.
Em um segundo cenário, na sociedade industrial ou sociedade da Informação, a riqueza muda da terra para o que era produzido em fábricas, em que o proprietário dos meios de produção desempenhava a função que antes era dos proprietários de terra, que em ambos os casos controlavam e exerciam poder sobre a vida das pessoas no âmbito do trabalho, o homem comum é obrigado a viver nas cidades onde se concentram as fábricas. A informação passa a ser suporte de todo o aparato que é montado para manutenção da ordem e aumento dos lucros, este ciclo de evolução foi marcado pela Revolução industrial impulsionando o surgimento de uma corrente mecanicista na administração garantindo padronização, velocidade, eficiência e redução de custos, e cujos recursos básicos eram o capital e o trabalho, desenvolveu-se com intensidade a sociedade capitalista, cujo valor central é o progresso econômico, que levaria ao progresso social. Precisam de projetos exatos, enxutos, dispensando o que for demais para a maximização dos lucros, transmitem esse modo de pensar para as tecnologias que criam, resultando em normas que exercem o controle sobre problemas, cuja solução está na discussão sobre o problema em si, que uma vez resolvido, gera satisfação e valor agregado.
. Na era pós-industrial e na sociedade no conhecimento, o recurso essencial é o conhecimento e a comunicação que integram desejos e necessidades das várias manifestações humanas o trabalho intelectual, é o que movimenta as ações do mundo. A construção de padrões e normas fixos para a existência perde a sua função primeira que era o exercício do controle em um mundo em que se sabia sobre as possibilidades do que iria acontecer, portanto o não conhecido, o não formalizado passa a ser valorizado e não excluído como anteriormente o que torna o mundo mais dinâmico. As estruturas auto-organizativas que estão sempre em um processo de autoconhecimento e conhecimento do meio, proporcionam e percebem as oportunidades para si e para os colaboradores e parceiros. Neste contexto há um clima mais propício para que fluam a criatividade, o verdadeiro diálogo e a colaboração, dando significado para o que se faz hoje em dia os meios de produção priorizam não só a produtividade, mas também a qualidade, existe uma preocupação com estratégias pensando nos aspectos econômicos, social e ambiental.
A transição para novas estruturas e organizações encontra resistências, causa impacto e cria caos como em qualquer processo de mudança, porque a necessidade de abandonar antigos paradigmas e modos de ver o mundo, antigas práticas e acomodações pressupões transformações profundas no modo de sentir, pensar e agir. A medida em que a globalização foi acontecendo, o mundo passou a ser visto como uma referência para a origem da riqueza, implicou na uniformização de padrões econômicos e culturais em âmbito mundial. Vivemos em uma profunda revolução tecnológica que parece reafirmar a idéia que a evolução das técnicas é motor das transformações sociais, porém produz dessincronias estruturais no processo de desenvolvimento, as tecnologias avançam rapidamente enquanto as instituições avançam lentamente ou seja, a dificuldade nos dias atuais não está em se construir conhecimento tecnológico ou científico, a problema é fazer que todos tenham acesso a estes meios e que os recursos conquistados sejam utilizados para atividades politicamente corretas. Portanto o grande desafio da gestão do conhecimento é possibilitar que a informação sobre problemas sociais apareça de acordo com as possibilidades reais, e organizar a informação segundo as necessidades dos atores sócias que intervêm no processo de desenvolvimento social tomando decisões demonstrando que o desenvolvimento é algo que se faz, não espera que aconteçam, mas para fazê-lo de outra mentalidade, de uma gestão do conhecimento voltada para o desenvolvimento e para a verdadeira responsabilidade social. A base da gestão do conhecimento são as pessoas, logicamente utilizando todo o arsenal tecnológico da tecnologia da informação que a inteligência humana produz por isso a informação para a participação cidadã depende do desenvolvimento de metodologias e da organização do conhecimento para a produção de informações que, em muitos casos já existem e que precisam ser disponibilizadas, a gestão do conhecimento nas organizações precisa estar direcionada para o desenvolvimento sustentável favorecendo tanto razões econômicas como políticas tão bem quanto razões sociais, de modo que uma não esteja dissimulada atrás da outra.
Concluindo meu raciocínio, as tecnologias e estruturas da sociedade de uma determinada época ou estágio de evolução, estão diretamente ligadas, de tal forma que uma não poderia existir sem a outra, foi assim no passado, é assim nos dias atuais e será assim no futuro.
No período da sociedade agrícola, a terra era uma espécie de quantificador de riqueza, pois a subsistência estava diretamente relacionada a este bem, o homem vivia na zona rural e trabalhava por seu sustento e de sua família servindo as classes dominantes, onde ficava bem caracterizada uma hierarquia de poder e as relações comerciais e econômicas foram sendo criadas em função da propriedade e da agricultura.
Em um segundo cenário, na sociedade industrial ou sociedade da Informação, a riqueza muda da terra para o que era produzido em fábricas, em que o proprietário dos meios de produção desempenhava a função que antes era dos proprietários de terra, que em ambos os casos controlavam e exerciam poder sobre a vida das pessoas no âmbito do trabalho, o homem comum é obrigado a viver nas cidades onde se concentram as fábricas. A informação passa a ser suporte de todo o aparato que é montado para manutenção da ordem e aumento dos lucros, este ciclo de evolução foi marcado pela Revolução industrial impulsionando o surgimento de uma corrente mecanicista na administração garantindo padronização, velocidade, eficiência e redução de custos, e cujos recursos básicos eram o capital e o trabalho, desenvolveu-se com intensidade a sociedade capitalista, cujo valor central é o progresso econômico, que levaria ao progresso social. Precisam de projetos exatos, enxutos, dispensando o que for demais para a maximização dos lucros, transmitem esse modo de pensar para as tecnologias que criam, resultando em normas que exercem o controle sobre problemas, cuja solução está na discussão sobre o problema em si, que uma vez resolvido, gera satisfação e valor agregado.
. Na era pós-industrial e na sociedade no conhecimento, o recurso essencial é o conhecimento e a comunicação que integram desejos e necessidades das várias manifestações humanas o trabalho intelectual, é o que movimenta as ações do mundo. A construção de padrões e normas fixos para a existência perde a sua função primeira que era o exercício do controle em um mundo em que se sabia sobre as possibilidades do que iria acontecer, portanto o não conhecido, o não formalizado passa a ser valorizado e não excluído como anteriormente o que torna o mundo mais dinâmico. As estruturas auto-organizativas que estão sempre em um processo de autoconhecimento e conhecimento do meio, proporcionam e percebem as oportunidades para si e para os colaboradores e parceiros. Neste contexto há um clima mais propício para que fluam a criatividade, o verdadeiro diálogo e a colaboração, dando significado para o que se faz hoje em dia os meios de produção priorizam não só a produtividade, mas também a qualidade, existe uma preocupação com estratégias pensando nos aspectos econômicos, social e ambiental.
A transição para novas estruturas e organizações encontra resistências, causa impacto e cria caos como em qualquer processo de mudança, porque a necessidade de abandonar antigos paradigmas e modos de ver o mundo, antigas práticas e acomodações pressupões transformações profundas no modo de sentir, pensar e agir. A medida em que a globalização foi acontecendo, o mundo passou a ser visto como uma referência para a origem da riqueza, implicou na uniformização de padrões econômicos e culturais em âmbito mundial. Vivemos em uma profunda revolução tecnológica que parece reafirmar a idéia que a evolução das técnicas é motor das transformações sociais, porém produz dessincronias estruturais no processo de desenvolvimento, as tecnologias avançam rapidamente enquanto as instituições avançam lentamente ou seja, a dificuldade nos dias atuais não está em se construir conhecimento tecnológico ou científico, a problema é fazer que todos tenham acesso a estes meios e que os recursos conquistados sejam utilizados para atividades politicamente corretas. Portanto o grande desafio da gestão do conhecimento é possibilitar que a informação sobre problemas sociais apareça de acordo com as possibilidades reais, e organizar a informação segundo as necessidades dos atores sócias que intervêm no processo de desenvolvimento social tomando decisões demonstrando que o desenvolvimento é algo que se faz, não espera que aconteçam, mas para fazê-lo de outra mentalidade, de uma gestão do conhecimento voltada para o desenvolvimento e para a verdadeira responsabilidade social. A base da gestão do conhecimento são as pessoas, logicamente utilizando todo o arsenal tecnológico da tecnologia da informação que a inteligência humana produz por isso a informação para a participação cidadã depende do desenvolvimento de metodologias e da organização do conhecimento para a produção de informações que, em muitos casos já existem e que precisam ser disponibilizadas, a gestão do conhecimento nas organizações precisa estar direcionada para o desenvolvimento sustentável favorecendo tanto razões econômicas como políticas tão bem quanto razões sociais, de modo que uma não esteja dissimulada atrás da outra.
Concluindo meu raciocínio, as tecnologias e estruturas da sociedade de uma determinada época ou estágio de evolução, estão diretamente ligadas, de tal forma que uma não poderia existir sem a outra, foi assim no passado, é assim nos dias atuais e será assim no futuro.